Na madrugada de 13 de junho de 2025, Israel deflagrou a Operação Leão em Ascensão, mobilizando cerca de 200 caças para bombardear mais de 100 alvos no Irã — entre instalações nucleares como Natanz e Fordow, bases militares e residências de altos comandantes — resultando na morte de chefes do IRGC e cientistas nucleares.
O premier israelense Benjamin Netanyahu afirmou que a ofensiva era uma ação preventiva, necessária para impedir que o Irã alcançasse a “linha de não retorno” rumo à arma nuclear — com cerca de 100 drones de resposta lançados pelo Irã, a maioria interceptada .
A escalada elevou temores globais de um conflito nuclear ou até de uma guerra mundial, levando a ONU, Reino Unido, Turquia e outros a pedirem contenção; os preços do petróleo dispararam mais de 7% diante do risco de instabilidade regional .
Os EUA se posicionaram afastados do ataque — embora informados previamente —, enquanto ainda trabalham para proteger suas tropas na região. O Irã, por sua vez, anunciou que “dará uma resposta forte e ponderada”.

⚠️ Pontos-chave:
- Operação Leão em Ascensão: ataque aéreo massivo que eliminou líderes do IRGC, bombardeou instalações nucleares e militares iranianas.
- Retaliação iraniana: mais de 100 drones lançados, a maioria interceptada pelas defesas israelenses.
- Risco global: mercado de petróleo reage com alta de 7%; líderes internacionais pedem contenção; alerta para possível escalada nuclear.
- Posição americana: EUA não participaram diretamente, mas estavam cientes e reforçam proteção a tropas regionais.
- Futuro incerto: ONU convocou reunião emergencial; negociações nucleares em risco e tensões diplomáticas elevadas.
Este episódio marca a fase mais perigosa até agora no conflito entre Israel e Irã. A reação adversa no plano diplomático, econômico e militar reforça a urgência de diálogo para evitar uma escalada sem precedentes.




