Curitiba guarda uma relíquia impressionante no Museu Egípcio e Rosacruz: uma múmia de aproximadamente 2.500 anos, ou seja, 500 anos mais velha que Jesus Cristo. A peça é um destaque da coleção e chama a atenção dos visitantes por sua história e conservação. A múmia pertencia a um sacerdote egípcio chamado Hori e está envolta em um elaborado sarcófago, que também integra a exposição.

A múmia de Hori foi trazida para o Brasil em 1995 e passou por diversos exames que comprovaram sua autenticidade e antiguidade. Ela faz parte do acervo que busca preservar e divulgar a história do Egito Antigo, proporcionando aos visitantes uma oportunidade única de contato com um artefato milenar.
A presença da múmia em Curitiba reforça a importância dos museus como guardiões da memória da humanidade. Além de exibir peças históricas, esses espaços cumprem a função de educar e aproximar diferentes culturas. Com a múmia de Hori, Curitiba se conecta diretamente a uma das civilizações mais fascinantes do passado.




